Só no ano de 2018 foram mais de 22 mil "trotes", quase 4 mil a mais em relação ao ano de 2017.

O Coronel Ademar Rodrigues, diretor do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), detalhou o aparato que é montado para atender as chamadas de emergências feitas ao Samu. A cada "trote", um "dispendimento" de material, de recursos humanos, ambulância indo para as ruas, colocando em risco toda a guarnição. "Aqui nós trabalhamos com uma UTI móvel, todos os aparelhos que tem em um CTI de um hospital, nós temos dentro das nossas ambulâncias. E quando isso acontece, de nós sairmos, coloca em risco quatro profissionais, condutor, técnico de enfermagem, o enfermeiro e o médico."

Em janeiro de 2018 o Samu recebeu 1651 "trotes". Em dezembro de 2018 recebeu 2123 "trotes". O coronel contou que o problema é de educação e chamou a atenção de pais e responsáveis para que tomem os devidos cuidados na educação dos filhos. "Se o seu filho está fazendo isso, a culpa é bem provável que seja sua. Então eu conclamo a você, nos momentos de intimidade familiar, faça isso, comentar com seu filho e mostrar que fazer "trote" está errado. A educação familiar é primordial".


Fonte: O Estado É Notícia